What do they like: Paula Ende

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Não, não, não! Não pense que a gente esqueceu do What do they like! Muito pelo contrário, estamos trabalhando para trazer muitas indicações interessantes de pessoas mais ainda. Hoje, por exemplo, a convidada da vez é a Paula Ende, jornalista – e cantora nas horas vagas – de Florianópolis.


Formada em jornalismo, é redatora em uma agência de publicidade voltada para clientes que trabalham com moda. Adora morar em Florianópolis, mas não gosta de praia, só ama saber que o mar está ali pertinho e pode perder horas observando-o, sempre que precisa relaxar.

Tenta ao máximo – com o tempo que tem – continuar tendo alguma relação com a música e vive sonhando com o dia em que vai conseguir escrever um livro, fazer um mestrado e poder dar aulas, como sempre quis…

8 things:

Sapatos – Nunca tinha reparado que gostava tanto assim de sapatos, até que um dia, dois amigos me mostraram esse vídeo e disseram que acharam a minha cara. Pensei “peraí, mas nem sou desse jeito…”, abri meu guarda-roupas e comecei a contar. Choque de realidade.

 Meu Aniversário – Eu sei que não muda nada, mas eu faço uma contagem regressiva mental quando faltam 30 dias. Desde criança, não sei o que acontece… vou ficando mais feliz a cada dia que passa e gosto de organizar alguma coisa, só pra olhar em volta e ver todo mundo que eu gosto perto de mim. E ai de quem esquecer! hahaha

 Dar Presentes – Vai dizer que não é ótimo passar por alguma loja e pensar “nossa, isso é a cara da fulana!”?! Pois é, quando rola – por causa de dinheiro e tal, eu compro! Acho muito bom olhar na cara da pessoa ganhando um presente e entendendo que você prestou atenção nela o bastante pra saber que aquilo combina perfeitamente com ela. Pode ser um botão até, não importa, acho legal…

 Guardar coisas – Minha mãe sempre disse que um dia eu iria precisar de uma casa extra, só pra guardar tudo o que tenho. Praticar o desapego… eu juro que tento, dôo roupas e sapatos (ai!) de vez em quando, mas se alguém me entregar um papel escrito “BUH!”, provavelmente anos depois, você pode encontrar dentro de alguma caixa, gaveta ou do meu guarda-roupa.

Coisas com história – Prédios, livros, câmeras, vitrolas, roupas, sabe? Se alguém fala “essa casa era de um cara que se apaixonou pela pessoa tal e construiu pra ela, com as maiores janelas que pôde projetar, porque ela gostava de enxergar o horizonte, sempre”, sei lá! De objetos vendidos em sebo a partes históricas da cidade, gosto de coisas que tenham algo para contar.

Bebês, filhotes de cachorro e bolhas de sabão – Ai, nem sei explicar direito o que acontece… quando vejo qualquer um dos três me dá uma felicidade tão grande, que chega a ser patético, cara de idiota total e vontade de chorar. Quer acabar comigo? Joga uma criança de poucos meses no meu colo, no outro braço um cachorrinho filhote, pega um canudo e enche uma caneca com água e sabão… Pãm! Tela azul do windows pra mim.

Piadas ruins – Odeio gente que pensa que é engraçada, mas sabe aquela pessoa que você nunca espera que vá fazer uma piada ou que, quando tenta, já sabe que não vai ser legal? Que te pergunta “Sabe o que aconteceu com o ursinho sem bunda? Foi sentar e deitou!”. É… nessas horas eu rio demais, até começar a sair lágrimas dos olhos, pela surpresa, pela piada ruim ou só porque eu tenho problemas sérios mesmo.

 Correios – Receber encomendas ou cartas, nem sei descrever a sensação, só sei que é muito bom. As encomendas, por você estar há dias – ou meses – na expectativa de chegar logo, e as cartas porque… sei lá, ninguém faz mais isso, né? E é algo tão pessoal e gostoso ler algo que alguém se deu ao trabalho de escolher um papel e um envelope bonito, escrever à mão tudo o que gostaria, selou e foi até uma agência enviar. <3

♥♥♥